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Mostrando postagens de Setembro, 2010

Glicemia no iPhone

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O laboratório farmacêutico Sanofi-Aventis anuncia uma novidade que promete facilitar a vida de quem tem diabetes, e necessidade de medir a glicemia muitas vezes ao dia, oiBGStar®. Trata-se de um glicosímetro, que, assim como os outros, dependerá de uma pequena gota de sangue para medir o nível de glicose, mas com o diferencial de ser muito pequeno e se acoplar ao iPhone ou iPod Touch.


Para quem estava esperando medição da glicose sem precisar furar o dedo, ainda não é o momento. Contudo, a novidade tem potencial para ser um sucesso, já que parece ainda mais portátil que os glicosímetros disponíveis no mercado, e tem a vantagem de, acoplado ao iPhone, lançar os valores e horário dos testes em planilhas, o que pode facilitar muito a análise para ajustes no tratamento, como algumas pesquisas têm apontado.

Transplante de Ilhotas, será que ainda é uma esperança?

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Durante muitos anos se viu no transplante de ilhotas pancreáticas a grande esperança para a "cura" do diabetes. Apesar de testes bem sucedidos, diversas limitações foram identificadas. Entre elas estão a dificuldade em se separar as ilhotas do restante das células do pâncreas, e a rejeição. Durante o processo de isolamento das ilhotas, a serem implantadas em outra pessoa, acontecia morte celular e perda de muitas ilhotas. Com isso, as ilhotas obtidas com o pâncreas de 1 doador não eram suficientes para que o transplantado não precisasse mais tomar insulina. Nos transplantados que diminuíram as doses de insulina aplicada, ou que receberam ilhotas de mais de um doador, ainda havia o desafio de tomar cronicamente imunosupressores. Estes, assim como outros medicamentos, apresentam reações adversas e mantém a pessoas mais sucetível a doenças infecciosas, que podem se tornar graves com maior facilidade. Dessa forma, como alerta o Dr. Carlos Aita, para quem tem um controle adequado

E insulina sem agulha, é possível?

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Acompanhando o último artigo, não poderia deixar de comentar sobre o "aplicação" de insulina sem agulha. E não se trata de insulina inalável, nem de bomba de insulina, mas sim de injetores de insulina sem agulha. O interessante é que esse tipo de injetor bastante incomum e desconhecido em muitos países existe já há muito tempo. Então, vale a pena discutir como funcionam e por quê não se popularizaram.

O funcionamento é bastante simples: 1) os aplicadores são carregados com insulina; 2) a dose a ser administrada é selecionada; 3) encosta-se na pele a terminação do aplicador; 4) e, ao se apertar o botão, a dose toda é liberada rapidamente e sobpressão, a fim de penetrar a pele sem a necessidade de agulha.

Alguns dos motivos que preveniram esses equipamentos de se popularizar talvez incluam o custo e tamanho, maiores que das seringas e canetas de insulina, e, especialmente, o fato de não serem indolores. Assim, se a a opção por um injetor sem agulha for motivada pela expectativ…