domingo, 27 de maio de 2012

Diabetes tipo 1 é revertido em camundongos


A experiência bem sucedida em ratos com tipo 1 diabetes , que envolveu "reprogramação" do sistema imunológico para parar os ataques sobre as células beta do pâncreas, pode apontar o caminho para uma eventual cura para o diabetes tipo 1 em humanos.
http://www.diabeteshealth.com/read/2012/05/15/7528/reprogrammed-cells-in-mice-reverse-late-stage-type-1-diabetes/
O experimento, conduzido pelo centro de pesquisa médica City of Hope, em Duarte, Califórnia, começou utilizando anticorpos para matar os dois tipos de células que estão envolvidos em ataques auto-imunes contra a células produtoras de insulina do pâncreas. No diabetes tipo 1, as células que defendem o organismo contra bactérias, vírus e intrusos erroneamente atacam as células beta, eventualmente destruindo a capacidade do organismo de produzir insulina.
Uma vez que as células de defensa foram eleminadas, os investigadores transplantaram a medula óssea nos camundongos, a fim de restaurar as células. As novas células imunológicas da medula já não carregavam o fator que fez havia provocado o ataque ao pâncreas.
Ao mesmo tempo, os investigadores injetaram os diabéticos camundongos com um fator de crescimento das células do pâncreas, o que levou à criação de novas células beta produtoras de insulinaA cessação de ataques auto-imunes, combinada com uma capacidade de produzir insulina restaurada, levou a uma cura virtual dos camundongos.
Dois aspectos do estudo dão origem a grandes esperanças para a sua abordagem de tratamento. Primeiro, envolveu camundongos que tinham estágio avançado de diabetes tipo 1 (muito tempo após o diagnóstico). Em segundo lugar, a combinação da substituição de células do sistema imune e fator de crescimento do pâncreas, duas terapias que não são novas, mas não tinha sido combinado antes.
Por mais promissor que sejam os resultados, vai levar vários anos antes que a técnica possa ser usada experimentalmente em seres humanos. O próximo passo será tentar o tratamento em primatas, que são fisiologicamente mais próximos aos humanos do que camundongos.  

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domingo, 20 de maio de 2012

Quem tem diabetes deve receber habilitação para dirigir como as demais pessoas?

Talvez alguns nunca tenham parado para pensar a respeito, mas autoridades tanto médicas quanto de governos têm discutido esse assunto em diversos países. Na internet há uma série de filmagens mostrando os riscos de motoristas dirigindo com hipoglicemia. Abaixo há um exemplo.


Em janeiro de 2012 a American Diabetes Association publicou orientações a esse respeito. Alguns trechos dessas orientações foram traduzidos e adaptados abaixo.

Tem havido um debate considerável se o diabetes pode ser um fator relevante na determinação da capacidade de motorista e elegibilidade para uma licença.

Às vezes as pessoas com interesse na segurança rodoviária associam o diabetes a com uma condução insegura de veículos, quando na verdade a maioria das pessoas com diabetes dirigem com segurança, sem criar qualquer risco significativo de lesão para si ou para outrem. Quando surgem perguntas legítimas sobre a aptidão física de uma pessoa com diabetes para a direçao, uma avaliação individual, com ênfase particular na capacidade demonstrada para detectar e tratar adequadamente potencial hipoglicemia, é necessária a fim de determinar as restrições apropriadas. O diagnóstico de diabetes não é suficiente para fazer qualquer juízo sobre a capacidade de condutor do individuo.


Na maioria dos estados americanos o condutor em potencial é questionado se tem diabetes. Caso a resposta seja positiva, é encaminhando para avaliações médica específica antes de a licença ser emitida.

Hipoglicemia, indicando uma diminuição da capacidade de dirigir, retinopatia ou catarata, prejudicando a visão necessária para operar um veículo, e neuropatia, que afeta a capacidade de sentir os pedais, podem ter impacto sobre a segurança para a condução. Contudo, a incidência dessas condições não é suficientemente extensa para justificar restrição de licença para todos os condutores com diabetes. Acidentes de condução relacionados a diabetes são relativamente raros para a maioria dos motoristas com diabetes e ocorrem em uma taxa mais baixa do que acidentes envolvendo pessoas com muitas outras condições, e que são toleradas pela sociedade.

No entanto, assim como existem alguns pacientes com condições que aumentam o risco de incorrer em acidentes de trânsito, tais como doença cardíaca coronariana instável, apnéia obstrutiva do sono, epilepsia, doença de Parkinson, ou abuso de álcool e outras substâncias, há também alguns motoristas com diabetes que têm um maior risco de se envolver em acidentes. Os desafios são para identificar indivíduos de alto risco e desenvolver medidas para os ajudar a reduzir o risco de acidentes na condução de veículos.



As recomendações da ADA não são diferentes das que fazemos regularmente no Blog e no Livro "Tenho diabetes tipo 1, e agora?". 1) sempre levar um medidor de glicose e lanche apropriado, incluindo fonte de carboidrato (açúcar) simples (como suco, refrigerante não diet, sachê de glicose, pastilha de glicose, balas, etc.) no veículo; 2) nunca começar a dirigir com a glicemia baixa (mesmo que entre 70 e 90 mg/dl), sem consumo de carboidrato (lanche) profilático, para evitar uma queda da glicose no sangue durante a condução; 3) parar o veículo em caso de qualquer sintoma de hipoglicemia, medir e corrigir a glicemia; e 4) não retomar a condução até a sua glicose no sangue e cognição se recuperem. 

Em resumo, as pessoas com diabetes devem ser avaliadas de forma individual, tendo em conta a história médica de cada indivíduo, bem como os riscos potenciais relacionados à condução.


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domingo, 13 de maio de 2012

Como mascar chiclete pode ajudar na saúde bucal e no controle do diabetes?


O site da revista Diabetes Self-Management, na seção sobre saúde dental, alerta que “boa higiene bucal é importante para todos, e ainda mais para pessoas com diabetes. O diabetes aumenta o risco de problemas dentários. Ao mesmo tempo, problemas dentários ou cirurgia oral podem dificultar o controle da glicemia.1
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Um dos artigos publicados na revista, que mais chama a atenção, relata que “chicletes diet estão ganhando respeito em diversos circulos, incluindo da Associação Dental Americana e da Associação Americana de Diabetes”. Segundo a reportagem, essas associações têm dado selo de aprovação a marcas populares de chiclete diet graças ao achado de que a ação de mascar chiclete diet por 20 minutos depois de se alimentar estimula a produção de saliva, que ajuda a prevenir cáries e a formação de placas, fortalecendo os dentes.

Porém, na mesma reportagem existem dois alertas a serem considerados. O primeiro deles é sobre a idade mínima de 5 anos para se mascar chiclete ou bala diet. Outro é sobre os cuidados em se consumir produtos com xylitol (segundo a reportagem, o adoçante mais adequado para se obter os benefícios dentários), já que o xylitol em excesso provoca diarréia, além de outros sintomas gastro-intestinais.
Por fim, como não poderia deixar de ser, o artigo reforça que o uso de fio dental e a escovação diária ainda “são as melhores armas contra a placa, as cáries e outros problemas dentários.3
1 – www.diabetesselfmanagement.com/articles/dental-health/
2 – 
http://www.diabetesnoscuidamos.com.br/gente_duvida_mes.aspx?id=963
3 - Gutkowski, Shirley. Keeping your mouth squeaky clean. Diabetes Self-Management, New York, 26(1), 8-11, Jan./Fev. de 2009.
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Problema na gengiva e nos dentes pode dificultar controle glicêmico e sugerir presença de diabetes


domingo, 6 de maio de 2012

Retinopatia, uma complicação que pode ser prevenida

A retinopatia é uma das principais complicações que afetam pessoas com diabetes. Ela é muito temida especialmente por seus efeitos sobre a visão. Em artigo publicado pelo Centro de Diabetes Joslin fica claro que apesar da retnopatia diabética ser responsável por 12.000 a 24.000 novos casos de cegueira por anoé possível preveni-la! E para isso é fundamental manter um bom controle da glicemia e seguir algumas medidas listadas abaixo.
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Monitore alterações na sua visão. Isso pode ser feito tanto durante a sua visita anual ao oftalmologista, e também em casa. Anote caso perceba alguma alteração na sua visão e leve isso para ser discutido com seu oftalmologista. Se você é recém diagnosticado, talvez você perceba alterações na visão quando sua glicemia aumentar ou baixar. Mas assim que sua glicemia voltar ao normal, sua visão deve melhorar. Mas se você já tem diabetes há algum tempo e perceber que sua visão tem permanecido borrada, pode ser sinal que precisa manter um controlo mais rígido da glicemia.
Mantenha o seu nível de A1C abaixo de 7%. A1C é um exame de sangue que determina o quão bem controlado o diabetes tem estado durante os últimos 2-3 meses. Para a maioria das pessoas, se a sua A1C está inferior a 7%, isso significa que, o controle da glicemia está bom. Manter sua glicemia nesta faixa alvo significa menos danos aos delicados vasos sanguíneos dos olhos.
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Controle da pressão arterial. Pessoas com diabetes têm maior chance de ter pressão alta, que pode causar dano nos vasos sanguíneos oculares. A combinação de pressão arterial e presença de glicose em excesso pode causar estragos na sua visão. Mantenha sua pressão arterial em 130/80 ou menos. Assim você diminui as chances de comprometimento da visão.
Tenha seus olhos examinados. Isto significa visitar seu oftalmologista a cada ano, e ter um exame de fundo de olho, com os olhos dilatados. A detecção precoce de alterações e o acompanhamento de crescimento anormal dos vasos sanguíneos na retina pode desempenhar um papel crucial na preservação da sua visão quando você tem diabetes!
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Preserve sua visão remanescente. Se o seu oftalmologista detectou algum sinal de retinopatia, faça o tratamento necessário e siga suas orientações a fim de frear a progressão da retinopatia. A fim de evitar danos maiores, mantenha sua A1C a menos de 7%, sua pressão arterial em 130/80 (ou abaixo), e monitore a sua glicemia com frequência, para ter certeza de se manter dentro de seu alvo a maior parte do tempo.

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Diabetes e perda de visão, há como evitar?

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domingo, 29 de abril de 2012

Contagem de Carboidratos, uma opção inteligente para se alimentar

Em pesquisa publicada na revista científica "Diabetes Care" pesquisadores italianos estudaram o efeito de contagem de carboidratos no controle glicêmico e na qualidade de vida de 61 adultos com diabetes tipo 1, usuários de bomba de insulina. Os pacientes foram aleatoriamente divididos. Em um dos grupos as pessoas aprenderam a fazer contagem de carboidratos, e no outro a dose de insulina pré-refeição era estimada da forma habitual. Foram comparados os dados do início da pesquisa, com os obtidos depois de 12 e depois de 24 semanas.
http://mdemulher.abril.com.br/blogs/karlinha/beleza/excesso-de-carboidratos-aumenta-a-gordura-corporal/
O grupo que aprendeu a fazer contagem de carboidratos apresentou melhora da qualidade de vida, através da pontuação na Escala de Qualidade de Vida para Diabetes (DSQOLS) relacionada a restrições alimentares. Além disso obteve também redução índice de massa corpórea (IMC) e da medida de circunferência abdominalNão houve mudanças observadas na HbA1c, glicemia de jejum, dose diária de insulina, e episódios de hipoglicemia. Os pesquisadores concluíram que a contagem de carboidratos é segura e pode melhorar a qualidade de vida de pessoas adultas com diabetes tipo 1 que usam bomba de insulina.


Apesar de a pesquisa ter sido feita apenas com usuários de bomba de insulina, já sabemos que a contagem de carboidratos é uma técnica que facilita a manutenção de um bom controle, além de permitir uma maior flexibilidade alimentar para pessoas com diabetes em geral. Fale com seu médico e nutricionista a respeito!

Consulte os manuais de contagem de carboidratos abaixo para mais informações sobre o uso adequado dessa técnica.
Manual da Sociedade Brasileira de Diabetes SBD
Manual de Contagem de Carboidratos do Centro de Diabetes de BH

Leia também: Comer... Mas quando tomar a insulina?

domingo, 22 de abril de 2012

Bomba com sensor tem efeito comprovado para o controle do diabetes em crianças DM1

Você já ouviu falar da bomba de insulina e do monitor contínuo de glicose? Ambos são equipamentos que objetivam a manutenção de um melhor controle glicêmico. Tanto a bomba de insulina quanto o sensor de glicose podem ser usados separadamente. Mas já há no mercado algumas bombas com sensor integrado. Abaixo seguem resultados de pesquisa recém publicada que comparou o uso da bomba de insulina sem sensor acoplado (bomba convencional), com o uso da bomba com sensor (sistema integrado).

http://www.minimed.com/products/otherpumps/components/cgm.html

O sistema integrado bomba-sensor teve sua utilidade e segurança avaliados em um grupo de pacientes pediátricos com diabetes tipo 1. Nove por cento (n = 129) da população de pacientes (<18 anos) já eram usuários de desse sistema. Um total de 493 pacientes em uso de bomba de insulina convencional serviram como controles. As razões que levaram as pessoas a optarem por utilizar o sistema integrado foram as seguintes: controle glicêmico inadequado (45%), hipoglicemia recorrente (25%), envolvimento em esportes competitivos (10%), grande variabilidade da glicemia (10%) e desejo da família do paciente (10%). Foram avaliados a hemoglobina glicada (HbA1c) e as necessidades de insulina. 
http://www.diabetessa.com.au/aspx/news_article.aspx?id=210

Após seguimento de meio a 3 anos, reduções significativas nos níveis de HbA1c foram observadas em ambos os grupos (tanto nos com bomba convencional, quanto nos com o sistema integrado), mas o grupo com o sistema integrado melhorou ainda mais o controle glicêmico (A1C de 8% para 7,4%, em comparação a 8% para 7,7%, no grupo sem o sensor integrado). A dose de insulina e a ocorrência de hipoglicemia severa também foram significativamente reduzidas no grupo com o sistema integrado. Os resultados indicam que o sistema integrado (bomba + sensor) é mais eficaz no controle glicêmico que as bombas convencionais, e é associado com menos efeitos adversos.


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domingo, 15 de abril de 2012

Vantagens e Desvantagens dos Aplicadores Sem Agulha

Com a chegada dos Jet Injectors ao Brasil, no caso o modelo Safe-Inject, exploramos neste artigo as vantagens e desvantagens desse tipo de aplicador de insulina sem agulha, segundo algumas publicações.

http://neolabs-solutions.com/en/catalog/272/15/ 

Jet Injectors parecem uma caneta grande, na verdade, semelhante à caneta de insulina, são dispositivos de administração de insulina que não têm agulhas.

A primeira aplicação de insulina com um sistema desses data de 1947. Segundo descrição de usuários, assim como as seringas de antigamente, os primeiros modelos de jet injector causavam dor e hematomas, sendo pesados e desajeitados, e precisavam ser esterilizados com frequência.

Assim como nos demais equipamentos para aplicação de insulina, houve importantes avanços nesses produtos, a fim de resolver muitos desses inconvenientes.

Do que consistem os jet injectors?
Eles são constituídos por três peças principais, a caneta do dispositivo injector, a ampola em que a insulina é depositada, e o adaptador para transferir a insulina do frasco à ampola.

http://www.zaft.com.br/cms/upload/safeinject/folder_safeinject.pdf 

No caso do Safe-Inject:

CANETA SAFE-INJECT COM RESET BOX*
Dispositivo aplicador com aproximadamente 75g.
AMPOLA U-100
Ampola estéril de plástico, descartável, onde é introduzida a insulina a ser aplicada.
ADAPTADOR FRASCO-AMPOLA
Adaptador estéril, descartável, que permite a transferência de medicamentos líquidos de frascos para a Ampola Safe-Inject.
ADAPTADOR DE CANETA
Adaptador estéril, descartável, que permite a transferência de medicamentos líquidos a partir de caneta de insulina para Ampola Safe-Inject.
ADAPTADOR DE TRANSPORTADOR
Adaptador estéril, descartável, utilizado para conectar Transportador à Ampola**.
*Peça para preparação da mola da caneta para aplicação.
** O Transportador é usado para se colocar refil de caneta de insulina, caso a insulina seja comprada nessa apresentação, para se tranportar a insulina para a ampola, através do adaptador.

http://injex.org/?q=node/6
Como funcionam?
Ao forçar a insulina através de um bocal muito fino, especialmente concebido, um jato de pressão elevada é produzido. Este jato é capaz de penetrar a pele sem a necessidade de uma agulha.

A abertura na extremidade da ampola é muito, muito pequena, mesmo em comparação com o que poderíamos considerar a pequena abertura em uma fina agulha de insulina.

No passado muitos jet injector usavam ar comprimido, atualmente os equipamentos modernos utiliziam molas para gerar a pressão necessária. Molas têm a vantagem de serem menores, leves, econômicas e duráveis, e não precisam de ser alimentadas com um cartucho externo de ar.

Para utilizar o dispositivo, a mola tem de ser comprimida (carregada) antes de cada uso. Isto é feito ou rodando a parte do dispositivo numa direcção para enrolar a mola para cima, ou utilizando o reset box, como no caso do Safe-injex.

Dor?
Como todos que tem diabetes sabem, a dor é uma coisa pessoal. Algumas pessoas têm um limiar de dor muito maior do que outras. Há quem ache as picadas no dedo extremamente dolorosas, enquanto outros não sentem nada. Isso parece ser o que acontece os jet injectors. Enquanto alguns não sentem a aplicação, em outros a aplicação pode provocar uma leve sensação de ardor.

www.educacaoemdiabetes.com.br/2012/03/21/aplicar-insulina-sem-agulha-agora-e-realidade-no-brasil/ 
Vantagens:
1. Não há necessidade de uso de agulha para a aplicação. Esse é um grande benefício para quem tem fobia a agulhas, ou que são simplesmente tem medo de usar agulhas, como acontecen com algumas crianças e seus pais, para não mencionar adultos. Naturalmente, também remove algumas preocupações relacionadas ao manuseio de agulhas.

2. Simples de usar.

3. Flexível. Elas podem ser usadas ​​com todas as marcas de insulina. E assim como em seringas, é possível fazer mistura de insulinas, de modo a eliminar a necessidade de injeções múltiplas.

4. Sem problemas de descarte de agulhas e seringas.

5. Sem agulha, remove o risco de picadas em uma pessoa que aplica insulina em alguém que é incapaz de fazê-lo por si mesmo.

6. Algumas pesquisas têm apontado que esse método de aplicação produz uma melhor distribuição de insulina no tecido subcutâneo. Com uma agulha da insulina forma uma piscina ao redor na ponta da agulha, e a absorção só tem lugar a partir da borda da piscina que se forma. Com um jet injecor a pressão faz com que a insulina penetre no tecido e seja espalhado no subcutâneo. Isto resulta em um líquido como a distribuição de insulina sobre uma maior área de tecido.

7. A insulina vai automaticamente para a profundidade correta, não há que se preocupar sobre o comprimento da agulha de usar, e não ocorrem injeções intra-musculares.

8. Velocidade de injeção. A partir do momento no qual o disparador da mola é pressionado, a injecção leva cerca de 300 milissegundos. Com uma seringa ou uma caneta, é necessário manter a agulha no lugar durante pelo menos 5 segundos, para prevenir o risco de volta de insulina através do local de aplicação.



Desvantagens:
1. Custo. Comparado com seringas o custo inicial destes dispositivos é elevado.

2. Hematomas. Assim como com o uso de agulhas, a aplicação da insulina, especialmente se em local ou técnica errada pode levar à formação de um pequena hematoma.

3. Há mais a fazer na preparação do injetor do que há em uma seringa ou caneta de aplicação, por isso leva mais tempo.

4. Os descartáveis ​​podem ser mais difíceis de encontrar. Se você viajar, terá que levar suprimentos suficientes, porque é provável que não será capaz de encontrar descartáveis para o seu injetor, especial em países estrangeiros.



6. Algumas pessoas não gostam do barulho que o jet injector faz quando aplica a insulina (liberação da mola).

Assim, caso você esteja interessado em um jet injector, procure se informar, conhecer o equipamento pessoalmente e falar com seu médico. 


Fontes:
http://www.diabetesexplained.com/insulin-jet-injector.html 

http://www.medscape.com/viewarticle/475130 

http://www.safeinject.com.br

Leia também:

Aplicação sem agulha... uma realidade que está para chegar...